Mensagem com sabor a Natal

O que importa é trazer à tona o tema desta celebração: o Sol, a Luz, a Consciência Iluminada.

O Natal é o reflexo ou o eco da celebração ancestral do nascimento do Deus Sol no Solstício de Inverno. A Deusa que dá à luz um Deus Sol, um bebé onde depositamos toda a esperança da humanidade.

As analogias entre as antigas celebrações pagãs e a celebração do nascimento do Deus-Menino ou do Menino Jesus, não passam despercebidas...

Mas o que importa aqui não é falar de algo que facilmente é pesquisável e está ao alcance de todos.

O que importa é trazer à tona o tema desta celebração: o Sol, a Luz, a Consciência Iluminada.

Estamos a sair da escuridão para a Luz, celebrando a mais longa noite do ano. Simbolicamente saímos do ventre da deusa, da caverna ou da gruta para a Luz. Saímos do frio para o calor, por isso fazemos fogueiras ou acendemos a lareira, para podermos ficar na presença do Fogo, que aquece e ilumina mas que também queima aquilo que ainda nos liga a energias ou experiências velhas e desbotadas pelo tempo.

É tempo de despertar, mas de o fazermos em consciência, sentindo cada movimento, cada gesto, cada pensamento, cada sentimento, cada palavra, cada pedaço de nós.

As horas que antecedem este acontecimento servem para olhar para trás, em modo de observação plena, a fim de integrar mais objectivamente as nossas experiências e vivências ao longo do ano.

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