Liberta o rebelde em ti!

O conceito de normalidade, nos dias que correm, não só é perigoso como é altamente subjectivo.

A comparação é um dos piores ataques à nossa essência.

É a aniquilação da nossa individualidade e o abafar de todas as características que nos tornam únicos, diferentes e maravilhosamente especiais. Não especiais porque somos mais ou melhores do que alguém, mas simplesmente porque somos diferentes e únicos.

O conceito de normalidade, nos dias que correm, não só é perigoso como é altamente subjectivo. Quando julgamos alguém por não ser “normal” estamos apenas a declarar que o outro não se encaixa no nosso modelo do mundo e logo no nosso conceito de normalidade. Infelizmente na maior parte das vezes a comparação vem de mão dada com o julgamento, que arrogantemente usamos para qualificar negativamente a diferença do outro. Mas o que é afinal ser normal? Que critérios definem normalidade? Será que a defesa da normalidade não esconde apenas um medo do diferente?

A verdade é que a diferença ainda é vista como negativa numa sociedade que tenta continuamente impor-nos moldes de igualdade e normalidade absurdos, que inconscientemente nos vão roubando a nossa individualidade. Quanto mais constatarmos que não existem duas pessoas ou histórias iguais, mais fácil se torna de aceitar o conceito de diferença. E quanto mais aceitarmos o conceito de diferença, melhor o poderemos celebrar e festejar, expressando para o mundo o que nos torna únicos e extraordinários.

Acredito que lá chegaremos, quando pararmos de alimentar o julgamento negativo e conseguirmos sarar todas as consequências psicológicas e emocionais que daí advêm. Só incentivando o que temos de melhor e diferente, aprenderemos a unir diferenças e poderemos criar um mundo melhor.

O que procura?

Comentários