Há Amor em todo este caos!

- “Mas como posso eu ver o amor na violência, na fome, na injustiça do mundo?”, perguntas tu?

A diferença entre uma vida maravilhosa e uma vida miserável não está no dinheiro que ganhamos, na saúde que temos ou sequer na capacidade de atingirmos todos os nossos desejos.

Pessoas com pouco dinheiro, doentes e/ou relativamente humildes mostram-nos que é possível viver com o coração em paz e cheio de amor. Da mesma maneira, pessoas saudáveis, relativamente ricas e empreendedoras mostram-nos que o sucesso material não conseguiu evitar a mais negra depressão e solidão interna.

O poder não vem então de fora, pois como vimos, de muito e de pouco, conforme as áreas de vida, todos temos um pouco.

O grande anseio do ser humano é o da visão sagrada, iluminada e inteligente da vida. O que o ser humano mais deseja é render-se à ideia de que não há nada para controlar, que tudo é como tem de ser. Que vivemos num espaço sagrado, regido por leis universais, que conspiram invisivelmente para a nossa evolução e equilíbrio interior. Que o que chega a nós é sagrado, inteligentemente magnetizado e traz como proposta a nossa aceitação e libertação.

O estado de vida maravilhoso pelo qual ansiamos é então a rendição à vida tal como ela é. Não rendição como submissão ou passividade, mas como aceitação de que a única coisa a mudar está dentro de nós. Que o caos que vemos fora é afinal uma maravilhosa ordem vista apenas com os olhos da alma. A riqueza da vida não está no tesouro, mas nas lentes que reconhecem tesouros em tudo e em todos. Logo não há nada mais importante do que sermos capazes de ajustar as nossas lentes.

Olha então de novo para a mesma realidade e considera que um dia terás a capacidade de ver que por traz de tudo e de todos se escondem maravilhosos tesouros que se revelam nas nossas vidas das mais variadas maneiras tais como sabedoria, amor, consciência, liberdade, valorização pessoal, paz interior, alegria, justiça, equilíbrio e muitas outras.

O que procura?

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