Confusões mentais, mediunidade e a aura

Como todos nós somos almas diferentes, há uns que aguentam a pressão e outros colapsam.

Grande parte da nossa vida passamos com confusões mentais. Seja para resolver problemas ou mesmo depois de os resolver. Tudo começa na infância em que os que nos rodeiam colocam prazos para tudo e nos fazem crescer numa constante necessidade de urgência de resolver e muitas das vezes nem resolução tem, mas continuamos no sofrimento de resolver e criamos as tais confusões mentais.

Estas confusões mentais fazem com que não consigamos deixar espaço para pensar calmamente e deixar a nossa intuição trabalhar no seu tempo. Acontece assim a incapacidade de decidirmos qual o nosso caminho e missão de vida porque tudo é a correr.

Como todos nós somos almas diferentes, há uns que aguentam a pressão e outros colapsam. O nosso corpo não foi feito para “correrias”. Basta olhar para a maneira como está preparado, é uma autêntica obrar de arte e com certeza não foi criado “ás 3 pancadas”. Somos nós que o estragamos ao estar a colocar demasiada pressão.

No caso da mente, o colapso muitas das vezes dá casos de esgotamentos, visões, quadros alucinatórios que colocam esta alma num caso de perda de identidade. Muitos destes casos não é mais do que a própria mediunidade a colapsar. A querer sair cá para fora, farta de estar sempre a ser aprisionada pelas correrias a que nos impomos.

Mediunidade – capacidade para servir de intermediário/canal entre o mundo terrestre e o mundo divino
Esta comunicação existe desde sempre. Já o Hinduísmo e os Vedas falam disso há mais de 6 mil anos e a história repete-se desde sempre. Quando a raça humana foi criada, foi também dada a oportunidade de haver essa faculdade entre nós e poder ajudar na evolução de consciência. E assim ajudar a evoluir a energia da Terra para uma ascensão. Que sentido faria se não houvesse evolução?

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