A Hora Mágica do Despertar

Sabendo agora que somos então responsáveis pelo que damos e consequentemente pelo que recebemos, sabendo agora que já não podemos "culpar" ninguém dos nossos males, todas as nossas escolhas passam a ser feitas com muito mais cuidado pois agora sabemos que iremos ser responsabilizados pelas consequências dessas escolhas.

 

Cada vez mais me sinto abençoada e grata pelo despertar que a vida me proporcionou e tudo o que ele me permitiu experienciar.

Sim porque acredito já termos vivido muitas vidas, adormecidos ou melhor desligados da nossa fonte divina interior, sem qualquer noção de amor incondicional, karma, caminho espiritual ou evolução. Quantos não estão a viver ainda hoje essas trevas...

Para quem já despertou foram vidas cheias de experiências essenciais ao nosso equilíbrio mas sem dúvida tensas, desligadas do divino e por isso tomadas pelo controle e pelo medo em estado permanente.

Por mais que eu gostasse, o despertar espiritual não é uma decisão nossa mas mais um momento cósmico na nossa história de alma impossível de prever ou provocar, em que simplesmente sentimos a vida através dos nossos olhos e não propriamente com eles. É a tomada de consciência da existência do espírito em nós bem diferente do nosso estado mental que vivíamos até ali.

Por isso tantos se queixam de que convivem com pessoas que não as entendem, fechadas para toda a visão espiritual da vida, numa espera (por vezes em vão na vida presente) que o despertar aconteça...

É a partir desta visão que sentimos pela primeira vez uma ENORME responsabilidade pela existência desse mesmo espírito, pela nossa pessoa, existência, felicidade, liberdade e evolução.

Depois de anos, por vezes séculos, de inconsciência total dessa responsabilidade pessoal, controlando, manipulando e culpando o outro por tudo o que nos acontecia de pior, assumi-la sem poder recorrer às antigas e habituais bengalas, é um momento de facto transformador que tanto tem de sério como de libertador. Surgem as maravilhosas Leis Universais a substituir as leis da sorte e do azar e a lei do mais forte.

Sabendo agora que somos então responsáveis pelo que damos e consequentemente pelo que recebemos, sabendo agora que já não podemos "culpar" ninguém dos nossos males, todas as nossas escolhas passam a ser feitas com muito mais cuidado pois agora sabemos que iremos ser responsabilizados pelas consequências dessas escolhas.

Depois do Despertar passamos a ver como cada um de nós é uma representação do divino individualizado nos karmas pessoais a superar e nos talentos e potenciais que decidimos trazer à terra contribuindo assim pessoalmente para a evolução colectiva. Cansados de vidas densas, mergulhados nas piores emoções do medo, da culpa, da tristeza e controle começamos a mudar as nossas prioridades e passamos a escolher pela primeira vez o que nos faz bem, o que fala a nossa língua, o que dá prazer e alegria e alimento à alma que há muito não era ouvida e muitos estão já a descobrir que por trás dessa escolha, de muito trabalho e de um enorme compromisso, está a abundância e a plenitude que tanto ansiámos.

Por ser a primeira vez que a alma experimenta viver com a luz desde há muitas vidas, não é uma transição fácil pois as energias densas dominam ainda todos os nossos corpos fisico, mental, espiritual e emocional. Mais do que nunca a "luta do bem contra o mal" neste caso da luz contra as trevas é um exercício permanente no nosso dia a dia que está na nossa mão apenas levar a bom porto. Aliás, acredito mesmo que o fenómeno do Despertar na nossa história acontece precisamente quando a alma já está cansada de brincar ao jogo do medo e do controle e está finalmente pronta para voltar a deixar entrar a luz e confiar na vida.

Quando vemos alguém lá fora no mundo portador de uma energia maravilhosa, a viver a abundância nas suas mais variadas vertentes desde a material, mental, emocional e até social, (que nem sempre tem a ver com a fama tal como a conhecemos) lembremos que não é sorte! antes pelo contrário, é fruto ou o retorno de muita fé, muita entrega, muito trabalho e muita escolha consciente de não querer mais cair e alimentar os velhos padrões além de um enorme compromisso com algo que muitas vezes não faz sentido aos outros, mas que cada um de nós sente como uma missão ou chamamento a cumprir.

Os mais resistentes a acreditar que somos merecedores da abundância, que merecemos o que a vida tem de melhor para nos dar, ainda na sua visão sem a luz que o despertar nos proporciona, ficam presos na vitimização e chamam a quem já conquistou essa mesma abundância de sorte, inconsciência, loucura e irresponsabilidade...

Quem já anda por estes caminhos apoia e incentiva a abundância dos outros pois sabe que o Universo tem o mesmo fim reservado para todos, apenas temos que nos ocupar a brincar com todas as ferramentas que nos permitam alinharmo-nos com ela...

O que tens feito pela tua?

 

Sobre a autora:

Vera Luz, Autora e Terapeuta de Regressão e Orientação Espiritual:

Dou consultas de Regressão à Vida Passada, Criança Interior e Eu Superior.

Sou facilitadora do Workshop “Do Drama para o Dharma”, baseado no meu primeiro livro, onde nos propomos, através de vários exercícios e meditações, a um maior autoconhecimento e consciência de quem somos, donde viemos e o que andamos cá a fazer.

Há mais de 10 anos que o meu trabalho e compromisso é relembrar a cada um o propósito por trás dos eventos da nossa vida, trazer a Verdade ao de cima, ajudar cada um a sentir o lado sagrado da vida.

E mais importante ainda é lembrar sempre que:

"A mudança que tanto desejamos, tem que começar dentro de nós..."

Sou autora dos livros;

-     “Regressão a vidas passadas”

-   "Do Drama para o Dharma”

-   "A cabeça pergunta a Alma responde”

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