Surpreenda a sua cara-metade com a sua ousadia

Sabe qual é a melhor altura para seduzir uma mulher? E quais os melhores locais para estimular um homem? As respostas podem não ser as mais óbvias!

Homens e mulheres reagem a estímulos distintos de maneiras diferentes. O que funciona para uns pode não funcionar da mesma maneira para outros. Independentemente do sexo da sua cara-metade, uma coisa é certa, o fator surpresa funciona sempre. Aprenda a tirar partido dele:

- Na mulher

Para o sexo feminino, a intimidade deve ser estimulada muito antes do anoitecer. Aposte em pequenas demonstrações de afeto que a fazem sentir-se desejada e admirada. Uma mensagem de texto apaixonada, um beijo, um jantar a dois ou carícias no cabelo, quando estão sentados no sofá, podem ajudar a criar o ambiente propício para um serão romântico.

Quando a temperatura começa a subir, multiplique as carícias e os beijos e evite passar diretamente para a ação propriamente dita. Recorde-se que os seios são uma zona erógena-chave, assim como o pescoço, as coxas e os pés. O clítoris também pode ser um poderoso aliado, tanto na fase preliminar como durante o ato sexual, desde que seja acariciado com suavidade.

Em caso de dúvidas, deixe que seja ele a guiá-la. Veja também a galeria de imagens com as melhores posições para atingir o orgasmo e as sete coisas que nunca (mas mesmo nunca) deve fazer antes do sexo.

- No homem

A visão é um dos seus sentidos mais apurados no que toca a sensualidade e, por vezes, basta este estímulo para lançar o tema da noite. Contudo, eles não se limitam a este sentido. O tato também é importante e uma sessão de massagens pode ser um bom ponto de partida, seguido de outras carícias, no cabelo, nas costas ou noutras zonas erógenas, como os mamilos.

Culturalmente habituados a tomar a iniciativa, muitos elementos do sexo masculino gostam de se deixar surpreender quando é ela que assume as rédeas da situação. Além do fator surpresa, esta parceria permite atenuar a responsabilidade (e a tensão) que ele assume pelo êxito da operação. Ouse, inove e fantasie.

Texto: Manuela Vasconcelos

artigo do parceiro:

Comentários